Renan Boucault
Renan Boucault
Problemas da Coluna Cervical
As dores de coluna cervical (1)
23 de maio de 2018

As dores cervicais, em alguns casos, podem vir “associadas” a um diagnóstico, como hérnias de disco, abaulamentos e protusões discais, artrose da coluna vertebral ou osteófitos (bico de papagaio). Já em outros casos, essas dores não são necessariamente diagnosticadas em exames.

É importante saber que na biologia, cada parte do nosso corpo sofre determinada influência de um tipo específico de conflito. As leis biológicas nos permite identificar qual experiência o indivíduo viveu a partir do sintoma relatado por ele. Quando o problema é no músculo, a causa é uma, quando no tecido ósseo é outra, nas estruturas nervosas são outras e assim por diante.

Para entender o que leva uma pessoa à desenvolver um quadro doloroso na região cervical, é preciso entender a função biológica das estruturas cervicais. A coluna cervical tem a função de dar suporte a cabeça e dar direcionamento para aonde vamos olhar, seguir ou nos mover. Sempre que pensamos em músculos, devemos pensar em AÇÃO, pois essa é a função dele, o MOVIMENTO. Logo, podemos entender que a inibição de sua função pode influenciar em sua estrutura. Então, as dores musculares na coluna cervical ocorrem quando nos sentimos inibidos ou impedidos de realizar algo, ou então somos forçados a realizar algo contra nossa vontade, ou contra nossos princípios morais, éticos ou intelectuais, porém sempre no contexto de submissão. Essa submissão, é interpretada pelo inconsciente (95% dos processamentos cerebrais) da seguinte maneira: “Sou obrigado à abaixar a cabeça, me submeter, curvar minha coluna cervical” (maior relação com a região baixa da coluna cervical, C4 à C7). Ou então: “Eu quero realizar algo, ir para uma direção, porém não consigo, não sou intelectualmente capaz ” (maior relação com a parte alta da coluna cervical, C1 à C3).

Dentro do aspecto intelectual, o sentimento de não se sentir a altura para encontrar uma saída para o problema é comumente acompanhado de uma auto-desvalorização.

Quando pensamos nos ossos da coluna cervical (as vértebras), ou seja, quando apresentamos diagnósticos de artrose cervical, processos degenerativos ou osteófitos (bico de papagaio) que podem levar até mesmo à uma compressão discal e uma hérnia de disco, estamos diante do mesmo contexto, porém sentindo de maneira mais profunda e mais intensa, pois os ossos representam nossa estrutura. E se tratando da coluna cervical (principalmente as vértebras mais altas), elas nos fornecem a estrutura do nosso intelecto. Então, os conflitos que geram tais patologias, são os sentimentos de profunda impotência e grande desvalorização.

Vejamos alguns exemplos:

Além disso, ainda temos os estruturas nervosas que emergem da coluna cervical. Em alguns casos, elas são comprimidas e acometidas em decorrência dos conflitos que geraram as compressões ósseas e protusões discais, ou seja, não existe um conflito nesse caso para esse tecido, é apenas uma consequência. Porém, em outros casos, os sinais de parestesia (formigamento), diminuição ou aumento de sensibilidade, que são chamados de cervicobraquialgias (sintomas dos membros superiores), esses podem estar presentes por outro tipo de conflito (do Córtex Motor). Esses sintomas nos braços estão ligados à não poder segurar algo, sustentar alguém, conter alguma situação ou até mesmo não poder repelir e se desvencilhar de alguma coisa.

Lembrando algumas definições das leis biológicas descritas pelo Dr. Hamer, os músculos e ossos  são tecidos que fazem parte do Mesoderma Novo, e são governados pelo “Cérebro Novo” (Substância Branca). Logo, essas estruturas tem a característica e função biológica de apresentar sintomas após a resolução do conflito, aonde irão ocorrer as inflamações, a dor, hipersensibilidade, inchaço, o calor e o rubor. Durante a fase ativa do stress e do conflito, ocorre a necrose celular, e após a resolução do problema (fase resolutiva), decorre a recomposição dos tecidos, o que gera a dor.

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