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Sars-Cov-2: Uma Pandemia sem Ciência (parte 2)

Sars-Cov-2: Uma Pandemia sem Ciência (parte 2)

Essa é a segunda parte do artigo que irá abordar os erros científicos dos cálculos das curvas de infectados, das taxas de letalidade,  e os efeitos nocebos que estão ocorrendo nesse período entre outras situações.

 

Critérios Hipotéticos da Curva dos Infectados

 

Antes de falar dessa curva, primeiramente é importante sabermos que ela não é uma curva de infectados, pois a palavra infectado, pressupõe que o indivíduo teve uma infecção. E as estatísticas mostram que mais de 80% das pessoas são assintomáticas e não estão infectadas. Enfim, a própria Infectologia reconhece que se você está com o vírus, não significa que você está doente (infectado).

 

Mas um fator muito contundente ocorre quando olhamos para crescente dessa curva de “infectados”. O que as pessoas não se dão conta, é que quando essa curva vai aumentando, não significa que os infectados estão aumentando, mas sim que um maior número de testes está sendo aplicado.

 

Essa é a opinião de muitos especialistas, assim como o Dr. Carsten Scheller, professor de Virologia da Universidade de Wurzburg. Ele reclama da situação dos dados dizendo que a crescente exponencial dos infectados que são publicadas tem mais a ver com o número crescente de testes do que com uma disseminação do próprio vírus (18).

 

Para analisar a crescente de infectados, seria muito mais prudente realizar uma aplicação de testes em massa em toda população de uma região, e após um tempo determinado, realizar o mesmo procedimento de aplicação nessa mesma população  para verificar o percentual de crescimento de “infectados” nessa região. E ainda assim, esses dados não teriam exatidão, mas estariam mais próximos de dados reais.

 

A Dra. Maria Rita Gismondo, diretora do Laboratório de Microbiologia Clínica, Virologia e Diagnóstico de Bio – Emergências do Hospital Sacco de Milão lança um apelo para os jornais não comunicarem mais o número de casos positivos.

Ela diz: “Não precisamos mais comunicar o número de pessoas positivas. Científicamente é um dado sujo. Esses dados levam ao risco de distorcer não apenas o tamanho e a letalidade da Pandemia, mas também dão aos cidadãos a impressão errada, condicionando sua Psique e seus comportamentos”(19). Ela também fala sobre a inclusão dos testes para os assintomáticos.

 

Nem entraremos no mérito, onde erroneamente, os testes rápidos e seus índices de falso positivo e falso negativo não são considerados em uma margem de erro na contagem. Sendo que existem testes rápidos com até 80% de ineficácia nas margem de erro.

 

A crescente dessa curva de infectados chega a ser tão subjetiva, que quem foi contabilizado como infectado no mês de março, continua sendo um infectado e contabilizado para o mês de abril, para o mês de maio, junho e assim por diante. Até mesmo critérios matemáticos de subtração não existem nesse momento.

 

Como já mencionamos anteriormente: a política do quanto pior melhor reina os noticiários e se tornam verdades absolutas.

 

Se ao menos existisse algum estudo que concluísse que o Sars-COv-2 permanecesse todo esse tempo no organismo, poderíamos até considerar tal contagem.

 

Mas a hipótese que se tem falado, é que um infectado deve ficar duas semanas em isolamento total, e somente após esse período ele estará “hipoteticamente curado”. Então, esse indivíduo “curado”, mesmo que de maneira hipotética, pode sair desse isolamento restritivo e entrar para lista dos recuperados da COVID19.

 

Com base nisso, deixamos algumas perguntas: E agora? Esse indivíduo recuperado ocupa duas listas simultaneamente? Ele entra para lista dos recuperados, mas continua na contabilidade da lista dos infectados?

Seria um recuperado que ainda está infectado. Um contrasenso que passa desapercebido enquanto os telejornais anseiam por noticiar o pior cenário possível se baseando em dados incorretos.

 

Seria no minimo mais ético e transparente, incluir uma nova lista, onde estariam todos os testados positivos. E então, essa curva de positivos, seria muito maior do que a curva dos “infectados em tempo real”. Inclusive seria relevante para a população, sempre noticiar o percentual dos assintomáticos e sintomáticos dessa curva de positivos. Mas para a mídia, parece que não é conveniente enfatizar que a grande maioria é assintomática, pois é mais fácil prender a atenção das pessoas noticiando números trágicos.

 

Enfim, ainda não existem estudos comprovando que podemos transmitir o vírus mesmo um bom tempo depois que tivemos o contato com ele. Mas por hipóteses e subjetividades, a contabilidade dos infectados não para. Parece que o critério é: na dúvida, é melhor contabilizar. Entre a sorte e o azar, a ciência parece preferir o azar, e a lista da Covid19 continua a crescer

 

Falando ainda sobre os contágios e a lista de infectados, nos EUA, vinte dias antes da morte de George Floyd, momento em que havia um isolamento restritivo, morreram 28.874 pessoas em conexão com o Sars-Cov-2. Depois de sua morte quando inúmeras multidões saíram as ruas em protesto aumentando os contágios, olhamos para o número de mortes nesses vinte dias de quebra de isolamento, e nos permitimos a enxergar que estar em contato com o vírus não é uma profecia de aumento de mortes. Foram 12 mil mortes a menos nesses 20 dias de protestos, totalizando 16.287 (20). São casos como esse que confirmam que a teoria da imunidade em rebanho começa a fazer sentido…

 

E como você pôde ver na primeira parte do artigo, o aumento de óbitos não está necessariamente ligado ao aumento de contágios, mas sim a quantidade de mortes por pseudo-causalidade que são atribuídas para a conta da Covid19, sendo que o aumento dessa conta é codependente do aumento da quantidade de testes que são realizados nos doentes e falecidos.

 

 

As confusas Taxas de Letalidade do Sar-Cov-2

 

Agora, mesmo sabendo da fragilidade científica dos testes e dos erros de transferência de causa morte como já descrevemos na primeira parte desse artigo, dentro dessa margem de erro, iremos analisar a subjetividade sobre a taxa de letalidade do Sars-Cov-2. O erro dessas taxas é uma das coisas que mais causa pânico e incerteza nas pessoas.

 

Primeiro de tudo: em quem está sendo efetuado os testes?

 

Na sua grande maioria, os testes são efetuados em pessoas sintomáticas que estão ingressando aos hospitais ou postos de saúde. Logo, é óbvio que a taxa de letalidade do Sars-Cov-2 vai ter uma tendência a ser muito maior que o real.

 

A única maneira de saber a taxa de letalidade real é testando a população saudável (assintomáticos) também, e não somente os sintomáticos, que muitas vezes tem outras comorbidades, ou até mesmo já chegam ao hospital em situação de quase óbito.

 

Como mostra uma pesquisa do Serviço Nacional de Saúde da Itália, que investigou 2.000 mortes, sendo que 99,2% desses óbitos já possuíam de uma à três doenças pré-existentes (21). Em suma, testar em grande maioria os sintomáticos e hospitalizados, distorce completamente os dados de taxa de letalidade.

 

Isso vai de encontro com o estudo do Dr. John Ioannidis, professor de medicina, pesquisador em Ciência de Dados Biomédicos na Universidade de Stanford. O mesmo contribui para a medicina baseada em evidências, epidemiologia e pesquisa clínica.

 

Ele coletou uma amostra de 3.300 pessoas que realizaram os testes no município de Santa Clara nos EUA. Nesse estudo o Dr. Ioannidis verificou que o número de pessoas infectadas que tinham sido documentadas oficialmente no município de Santa Clara era cerca de 50 a 80 vezes menor do que o seu estudo mostrava. Ele diz: “isto significa que a probabilidade de morrer diminui entre 50 à 85 vezes (22).

 

Um estudo realizado em Nova Iorque, também mostrou que 1 a cada 5 nova-iorquinos poderiam ter tido o contato com o vírus, ou seja, 20% da população (23). Esse número estimado de 20% de infectados foi um número bem maior em relação aos infectados contabilizados pelo governo oficialmente na época do estudo.  Esse dado faz com que a taxa de letalidade caia consideravelmente. 

 

O médico Virologista Dr. Giulio Tarro também relata em uma entrevista, que baseado em estudos das epidemias virais respiratórias anteriores ocorridas na Itália, estima-se que o número de infectados era de 4 à 5 vezes maior do que a lista divulgada pelo governo italiano. Diante desse fato, o Dr. Tarro diz:

“A partir disso, podemos deduzir que a taxa de letalidade do COVID 19 é consideravelmente menor que 1%. Isso sugere que as consequências clínicas gerais da COVD-19 podem ser semelhantes às da gripe sazonal, ao contrário dos vírus SARS ou MERS, caracterizados respectivamente por uma letalidade de 10% a 36%, e que incrivelmente, não produziu nenhuma campanha alarmista em nosso país” (24).

 

Frank Romeike, especialista renomado em Gerenciamento de Riscos, Ex-Diretor de Riscos da IBM Europe Central e Palestrante Internacional sobre Gerenciamento de Riscos, em conjunto com  Katharina Schuller, Doutora em Estatística, Fundadora da STAT-UP Consultoria Estatística e Ciência de Dados em Munique, analisaram dados da Pandemia bem como as medidas políticas adotadas.

 

Eles escrevem em uma matéria de nome: Covid 19 e um Vôo Cego: “As medidas políticas adotadas são baseadas em pouca ou nenhuma evidência (25).”

 

Quando lemos essa frase, lembramos da mídia, ministros da saúde, governantes e autoridades que dizem: “Tomamos atitudes baseadas apenas em critérios científicos”. Mas o que está faltando dizer, é que esses critérios científicos não tem evidências e embasamento. Ou então, se tem evidências, essas são hipotéticas e distorcidas.

 

Romeike e Schuller, concluem a nota dizendo: “As evidências científicas devem ser classificadas como baixas, pois não foram realizadas amostras representativas. Isso significa que as medidas politicamente acordadas não se baseiam em uma base sólida de dados, e se parecem mais como um Vôo Cego (25).”

 

Voltando a porcentagem de letalidade, de acordo com as referências citadas nesse artigo, concluímos que as taxas são muito mais baixas do que as especuladas pela mídia.

 

A publicação da taxa de letalidade com valores mais fidedignos e reais pelos meios de comunicação pode fazer com que a paz e a tranqüilidade se restaure na sociedade e que novas medidas diferenciadas de isolamento possam ser adotadas.

Como propõe o Dr. Ioannidis (citado acima),  dizendo que estar em contato com o vírus não é uma sentença de perigo como se tem noticiado. Ele diz que devemos nos preocupar apenas com os mais vulneráveis. Parar o mundo e fazer Lockdown as cegas pode resultar em catástrofes piores do que o próprio vítus

O Prêmio Nobel e professor de Medicina da Faculdade de Stanford, Dr. Michael Levitt, também converge com o Dr. Ioannidis relatando: “A política de imunidade em rebanho é a política certa. Não tenho dúvidas de que, quando olharmos para trás, os danos causados pelos lockdowns excederão qualquer economia de vidas por um grande fator”(27).

 

Mas, o ato da mídia em publicar dados distorcidos sobre a Covid19, gera o caos, o terror e o pânico na sociedade.

Vivendo esse pesadelo distorcido todos os dias por meses a fio, não é de se espantar que muitas pessoas irão morrer. É óbvio que destruir uma sociedade, violar direitos humanos, isolar e trancar as pessoas dentro de casa e acabar com a economia de um país são situações que irão gerar mais mortes do que qualquer vírus. Deixo aqui o estudo da italiana Eleonora Meloni, Doutora em Biologia e Especialista em Medicina Natural e Tecnologias Biomédicas pela Universidade de Milão, que explica biológicamente, como as pessoas podem morrer de Pânico em um momento de terror como esse. Segue o link do artigo nas referências (26).

 

 

O Pânico Coletivo e seus Efeitos Nocebos

Para entender essas novas questões que serão colocadas aqui, abordaremos qual é o estado psíquico de massa que a sociedade está vivendo nesse momento e que está sobrecarregando os sistemas de saúde.

 

Segue em metáforas:

“Já são meses que somos bombardeados todos os dias por um filme de terror. Todos os dias contabilizamos mortes e mais mortes. Essas mortes são provocadas por um inimigo invisível, que pode estar no ar, nos alimentos, nas superfícies de todos os objetos ou até mesmo dentro dos meus familiares ou amigos. Estamos em constante perigo. Profissionais da saúde, que são as pessoas responsáveis por controlar tudo isso, alguns estão com medo e outros apavorados. Quando precisávamos de um hospital antes de todo esse caos, ficávamos tranqüilos, pois sabíamos que estávamos no lugar certo e estaríamos seguros. Hoje já é diferente, a situação se inverteu, pois quando estamos dentro de um hospital, nos sentimos frágeis e inseguros. O que era para ser um local de paz e segurança se tornou um local de medo, desconfiança e terror. O hospital hoje, é o pior lugar em que nós podemos estar.”

 

Agora, refletiremos sobre o conflito de massa de quando as pessoas recebem a notícia que são positivas para o Novo Corona Vírus e precisam ingressar ao isolamento hospitalar:

 

“Estou com meu corpo e os meus pulmões sendo atacados por um inimigo invisível. Não sei qual será o meu futuro. Esse inimigo pode tirar a minha vida. Estou sendo isolado da minha família e corro o risco de não vê-los nunca mais. Não consigo ver os profissionais que estão cuidando de mim. Estão com máscaras, todos paramentados, não vejo suas expressões. Mas mesmo não os vendo direito, sinto que eles também estão com medo. Eles também não conhecem esse inimigo invisível que está dentro de mim, me atacando e matando outras pessoas. Será que eles vão conseguir cuidar de mim? Posso realmente morrer, me sinto apavorado, com medo, correndo um risco de vida.”

 

Enfim, esses são apenas exemplos de como as pessoas estão se sentindo nesse momento, e a atenção desse artigo se volta para isso agora.

 

Segundo os estudos do médico alemão oncologista Dr. Ryke Geerd Hamer, sabemos que a sensação do medo da morte, por exemplo, impacta uma área cerebral (tronco cerebral) que traz repercussões diretas sobre os nossos pulmões (alvéolos pulmonares).

Esse impacto resulta em vários sinais como a baixa saturação de oxigênio, falta de ar, tosse expectorativa, acúmulo de líquido nos pulmões entre outras reações. O oxigênio é o elemento mais vital para a vida, e quando o indivíduo sente que sua vida está em perigo, seus alvéolos pulmonares entram em uma alteração fisiológica para suprir esse risco de vida.

Em outras palavras, o medo da morte faz com que o cérebro envie sinais de que a vida do organismo está em risco, portanto os pulmões começam a alterar seu funcionamento para aumentar a absorção de oxigênio e para garantir a sobrevida, e tudo isso gera uma série de sintomas no indivíduo.

Então abrimos portas para levantar algumas questões quando o indivíduo sente o medo da morte aliado ao risco de vida e desencadeia sintomas similares aos sintomas que estão sendo correlacionados ao Novo Corona Vírus:

 

– Qual é o detonador dos sintomas? Um vírus que está sendo estudado, ou o medo da morte provocado pelo pânico que impacta o cérebro e os pulmões?

 

De fato, ainda vivemos em um paradigma onde achamos que as doenças e sintomas não estão relacionadas com o que nós vivemos, sentimos ou experimentamos. Porém muitas pesquisas mostram o contrário, ou seja, existem muitos estudos mostrando a influencia do stress e das emoções sobre nossas doenças e sintomas.  Até mesmo áreas da medicina como a Neuro-Psico-Endocrinologia, que estabelece a relação entre a psique os neurotransmissores e o sistema endócrino. Ou então a Neuro-Psico-Imunologia, que verifica a influência da psique em nosso sistema imunológico e nas doenças.

 

Infelizmente as pessoas pecam constantemente em falar sobre ciência na área da saúde sem considerar a psiquê nesses estudos científicos. É notório que sensações aterrorizantes de pânico, risco de vida e medo de morrer, além da sensação de estar entregue a própria sorte para lidar com algo desconhecido e também de estar isolado da família em um ambiente hostil, vai gerar uma cascata de sintomas físicos, desde comprometimentos respiratórios, comprometimentos renais, musculoesqueléticos entre outros.

 

Mas o estado psíquico das pessoas nesse momento parece não ter relevância clínica alguma. Somente o Sars-Cov-2 é o grande responsável por qualquer sintoma que possa acontecer com o indivíduo, e todos os outros fatores não são considerados.

 

Imagine agora um pai ou uma mãe que trabalhou a vida toda para construir sua empresa ou seu comércio para que pudessem dar o sustento à sua família e seus filhos.

 

Com a política medieval dos governos de trancar todos dentro de casa, muitas dessas empresas ou comércios faliram.

Milhares de famílias no Brasil estão a ver navios sem ter idéia do que fazer, pois lutaram a vida toda para construírem suas formas de renda, sustentação financeira ou até mesmo sustentação alimentar, e agora estão desamparadas.

Curiosamente, muitas pessoas enfartaram nesse período caótico de grande stress, desespero e falência. E pela ignorância da visão monocausal, o Sar-Cov-2 foi considerado o grande responsável por muitos infartos. Nunca na história da medicina, um vírus foi considerado o causador de um infarto do miocárdio sem qualquer tipo evidência científica.

Quando ouvimos os noticiários dizendo: “Nas últimas 24h, mais de mil pessoas foram vítimas do Novo Corona Virus”! Nos perguntamos: Quantos realmente foram vítimas da COVID19 e quantos foram a óbitos por uma série de outros motivos estando em conexão com o Sarv-Cov-2? Lembramos: mais de 80% são assintomáticos, estar com o vírus não significa que você está doente .

Como conclusão desse artigo, notamos que a ciência parece não estar do lado dessa Pandemia. E o que realmente está do lado desse cenário terrível em que vivemos hoje, é o pânico, o medo, dados não confiáveis, políticas governamentais sem critérios de gerenciamento de risco, além de hipóteses infundadas.

Para quem não sabe, as políticas insanas de Lockdown adotadas pelos governos foram influenciadas por um estudo do Imperial College de Londres, sendo este realizado pela equipe do famoso e desastroso cientista Neil Ferguson (27). Sua carreira é repleta de predições absurdas. Como por exemplo em 2005, quando relatou ao The Guardian que mais de 200 milhões de pessoas poderiam morrer de Gripe Aviária. Bem, até o ano passado (2019), morreram somente 455 pessoas de H5N1 (Gripe Aviária) (28).

O estudo de Neil Fergunson sobre as predições da Covid19 dizia que as medidas flexíveis de isolamento adotadas pelo Reino Unido resultaria em mais de 500.000 mortes no país, e isso causou um grande alarde em diversos países (27).

Se esses dados tivessem fundamento, a Suécia estaria dizimada hoje (14/07/20), pois foi o único país que não adotou isolamento desde o início da Pandemia. Mas não foi o que aconteceu, pois os dados na Suécia estabilizaram e o país possui menos mortes por milhão em relação à diversos países que realizaram o lockdown ou isolamentos restritivos, como o próprio Reino Unido, a Espanha, a Itália e a Bélgica (28).

Para completar o desastre, Neil Fergunson renunciou ao seu Grupo Consultivo Científico para Emergências (SAGE) depois que o jornal britânico Daily Telegraph revelou que Fergunson quebrou o LockDown pelo menos duas vezes para se encontrar com uma amante casada (27).

Um cientista que publica e defende algo, mas pratica o inverso, dificilmente está comprometido com a ciência, e no mínimo, ao realizar esse estudo, deveria estar comprometido com interesses pessoais ou financeiros.

Para deixar tudo isso ainda mais suspeito, não podemos esquecer o forte trabalho de uma ala de cientistas que trabalham para desqualificar medicamentos que poderiam servir para o tratamento precoce da COVID19. O reflexo disso, é o famoso estudo com dados falsos de 96.000 pacientes, que teve o intuito de inibir o uso de um desses medicamentos (29). De forma espantosa, a empresa que coletou os dados desse estudo tinham membros que trabalhavam com  criação de conteúdo adulto, assim como uma atriz de filme pornográfico. Um verdadeiro escândalo para o mundo científico, ainda mais ocorrendo no meio de uma Pandemia.

 

Esse estudo com dados falsos foi publicado pela revista científica The Lancet e fez com que irresponsavelmente a OMS suspendesse por um bom tempo os estudos com esse medicamento.

A questão não é se esse medicamento realmente funciona ou não. A questão é que devemos nos perguntar e encontrar o porque esse tipo de situação acontece no meio científico.

Enfim, esperamos que a paz, notícias positivas, dados reais e mais confiáveis voltem a fazer parte novamente do nosso cotidiano e que nós possamos ter mais senso crítico para definirmos qual é o tipo de ciência que está chegando até nós.

Que Ciência é essa: É a Ciência de viés político? É a Ciência com viés midiático? É a Ciência com interesse financeiro? É a Ciência financiada pelas Big Pharmas?

Ou é uma Ciência realmente preocupada com o ser humano?

Observando isso, seguiremos fora do medo e do pânico, e agora mais conscientes…

 

 

Referências Citadas:

(18) – https://youtu.be/w-uub0urNfw

(19) – https://www.secoloditalia.it/2020/03/coronavirus-la-gismondo-ammonisce-duramente-basta-snocciolare-numeri-sui-positivi-sono-dati-falsati/

(20) – Fonte da contagem: Google

(21) – https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/99-das-vitimas-fatais-de-covid-19-na-italia-tinham-problemas-de-saude.html

(22) – https://www.medscape.com/viewarticle/929920

(23) – https://www.nytimes.com/2020/04/23/nyregion/coronavirus-antibodies-test-ny.html

(24) – https://www.lantidiplomatico.it/dettnews-Intervista_Al_Virologo_Tarro__il_Tasso_Di_Letalit%C3%A0_Del_Covid_19_%C3%A8_Inferiore_All%E2%80%991_Come_Conferma_Il_National_Institute_Of_Allergy_And_Infectious_Diseases_/5496_33629/

(25) – https://www.risknet.de/themen/risknews/covid-19-und-der-blindflug/

(26) – https://br.magazine.5lb.eu/2020/05/morrer-panico-pandemia-covid19-conflito-exilado.html

(27) – https://www.frontliner.com.br/premio-nobel-diz-que-previsoes-de-casos-de-covid-estao-erradas/

(28) – https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2020-02/china-reporta-surto-de-gripe-aviaria#:~:text=Entre%202003%20e%202019%2C%20a,entre%20os%20quais%20455%20morreram.

https://www.poder360.com.br/coronavirus/mortes-por-covid-19-leia-comparacao-entre-brasil-e-outros-14-paises/

(29) – https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/06/the-lancet-retrata-estudo-que-apontava-maior-risco-de-morte-associado-a-hidroxicloroquina.shtml

 

 

 

 

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