Renan Boucault
Renan Boucault
Dores e Problemas Lombares
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6 de junho de 2018

Os problemas e dores na coluna lombar são uma das queixas mais frequentes em consultórios, clínicas e institutos de cuidados com à saúde.

Grande parte desses casos estão ligados à causas que a maioria das pessoas desconhecem, que é um mecanismo que ocorre em 3 planos: no cérebro, na psiquê e no órgão.

É importante entender, que nosso corpo sempre esta se adaptando as adversidades que nos ocorrem, e é nessa fase de adaptação que “acreditamos” que estamos doentes ou danificados. Em nosso organismo, todos os processos biológicos ocorrem orquestradamente dentro de uma hierarquia, aonde o ponto fundamental desse processo é a nossa Psiquê.

Mas em se tratando dos problemas lombares, qual seria a participação da psiquê nesses quadros?

Antes de mais nada, é importante salientar que além dessas causas que serão relatadas nesse artigo, também existem as causam que são muito conhecidas, como os traumas físicos, mecânicos e desportivos. Porém, quando se tem uma dor crônica, de difícil tratamento e que possui frequentes reicidivas de dor, é muito provável que a causa desse quadro esteja nos 3 planos (psiquê – cérebro – órgão).

Como sempre, temos que compreender as funções biológicas de cada estrutura do corpo para entender quais sentimentos, emoções ou experiências podem influenciá-las. A coluna lombar possui 5 vertebras (L1 á l5), podemos dividí-la em duas partes, como a parte alta (L1-L2) e a parte baixa (L3-L4-L5).

Sua parte alta (L1-L2), que é uma área de transição de curvatura da coluna (cifose para lordose) tem a função de suporte de peso e de sobrecargas mecânicas, logo, toda vez que nos sentimos oprimidos por algo, onde uma situação se torna pesada para nós, ou convivemos com alguma situaçã0 que está nos sobrecarregando emocionalmente, isso irá influenciar essa região (L1-L2).

Dr. Hamer cita essa área como: a “cela do cavalo”, uma região onde algo monta em cima de nós e temos que carregar esse sobrepeso (mental/emocional).

Ja as áreas mais baixas da coluna lombar (L3-L4-L5), vão responder a conflitos mais específicos, e normalmente mais “íntimos” da pessoa, aonde uma desvalorização de ordem relacional vai estar envolvida. É a experiência de não se sentir valorizado pelo parceiro, que pode estar associada à não ser valorizado e/ou correspondido sexualmente, ou então, de não se sentir bom o suficiente em algum momento da relação.

Além das causas conjugais também podemos encontrar o sentimento de culpa e incapacidade nas responsabilidades paternas e maternas. Essa experiência é vivida na impotência de executar algo no papel de pai ou de mãe.

Lembrando que tais situações são interpretadas pelo cérebro (e o organismo) de tal maneira que quanto maior o tamanho do conflito, maior será a adaptação dos tecidos (músculos, ossos, nervos), ou seja, o tamanho da massa do conflito é diretamente proporcional ao tamanho da intensidade dos sintomas sentidos pelo indivíduo. No caso da coluna vertebral, também podemos dizer que quanto mais eu tenho que me curvar “injustamente” perante alguma situação, mais baixa será a região acometida na coluna.

Nos quadros de disfunções lombares, não podemos esquecer das crises de ciatalgias (nervo ciático). A anatomia confirma que esse nervo emerge do último segmento da coluna lombar (L5) e dos forames sacrais. Porém as leis biológicas nos mostra que tais crises não são geradas exclusivamente por disfunções anatômicas e mecânicas. Essas dores são causadas pelo conflito de raiva e a sensação de querer “estrangular” alguém ou alguma situação. Dessa maneira o corpo responde na mesma moeda: “Preciso fechar, apertar e comprimir”. A consequência disso são os espamos na região posterior do membro inferior, o aumento da tensão muscular e a compressão do nervo ciático gerando quadros dolorosos intensos.

Para sairmos de todos esses conflitos que foram citados, é importante conhecer quais são as situações que servem de gatilho para ativarmos esses mecanismos adaptativos em nosso corpo, e que em determinada fase vai gerar algum desconforto ou dor. Encontrar em qual situação de vida nosso sintoma se apresenta e posteriormente reduzir a frequência e a carga emocional dessa situação, é sempre um primeiro passo importante para a cura.

A Microfisioterapia atua sobre o corpo identificando e reprogramando esses conflitos, assim, ela é uma excelente ferramenta para os quadros de crises e dores crônicas na região lombar.

 

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